Flávio tenta gerar conversa positiva após a revista Piauí revelar a existência de novos repasses do ex-banqueiro Daniel Vorcaro ao filme “Dark Horse” 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) — Foto: Geraldo Magela/Agência Senado O candidato do PL à Presidência, senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), participou hoje da Comissão de Segurança Pública (CSP), a qual preside, para votar projetos que fazem acenos aos apoiadores do endurecimento da atuação do Estado no tema e que tratam de proteção a mulheres. Flávio tenta gerar conversa positiva após a revista Piauí revelar, nesta manhã, a existência de novos repasses do ex-banqueiro Daniel Vorcaro ao filme “Dark Horse”. O Valor confirmou a informação. Leia mais O senador foi relator de um projeto de lei que autoriza o porte de arma de fogo para as mulheres sob medida protetiva de urgência. O texto, contudo, não foi aprovado pelo colegiado após um pedido de adiamento da votação pela senadora Lourdinha Pereira (PSB-MA), suplente da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA). Este movimento de Flávio faz parte de uma tentativa de atrair para a sua candidatura o eleitorado feminino — o qual tem uma alta rejeição a ele. Sem uma atuação mais intensa de Michelle Bolsonaro (PL) a favor do enteado, a economista Daniella Marques e a esposa do candidato, Fernanda Bolsonaro, têm feito esse papel de Flávio também proferiu pareceres sobre matérias que permite o porte de armas para membros da Defensoria Pública da União, dos Estados e do Distrito Federal e outra proposição que restringe a concessão de benefícios penais quando houver reincidência ou a prática de crimes de maneira habitual, reiterada ou profissional. Esses textos se aproximam das defesas realizadas pelo candidato em seu plano de governo, no qual defende o endurecimento da lei penal como forma de combate à criminalidade. O senador, entretanto, quer evitar desgaste eleitoral e não deve aparecer no Senado amanhã, durante a votação da proposta de emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala de trabalho 6x1. Seu grupo político articula apresentar uma série de requerimentos para evitar que o texto avance em sua tramitação nesta semana, mas esses aliados já admitem que a matéria deve ser aprovada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa.