A intensificação do El Niño promete potencializar as ocorrências de arboviroses como dengue, chikungunya e febre amarela, além de doenças diarreicas, leptospirose e hepatite A.

É provável que o fenômeno —responsável pelo aquecimento anormal das águas do oceano Pacífico— também agrave doenças crônicas, cardiovasculares e renais, bem como as condições respiratórias, e aumente o risco de desidratação.

Segundo a Noaa (Administração Nacional Oceânica e Atmosférica) dos Estados Unidos, o evento climático está em patamar forte e deverá evoluir para muito forte (super El Niño) já a partir de setembro.

Para tentar mitigar os efeitos do fenômeno climático, a Secretaria Estadual da Saúde de São Paulo lança nesta segunda-feira (31) o Plano Estadual de Preparação e Resposta em Saúde para o Fenômeno El Niño, que reúne diretrizes aos 645 municípios.

Para chegar às instruções, os departamentos regionais de saúde elencaram as principais ameaças, as prioridades e a dimensão do impacto.