Quem acompanhou a divulgação do balanço da Nvidia na última semana provavelmente passou a olhar para o mercado de inteligência artificial sob uma nova perspectiva. Não basta o crescimento acelerado que levou a empresa a patamares inéditos: a promessa agora é de ampliar em 70% o faturamento no próximo ano.
Projetar um crescimento desse tamanho quando você é uma startup, ainda buscando uma base de clientes, é algo esperado. Mas quando um gigante da tecnologia, já dominante em seu setor, aponta para uma expansão dessa magnitude, o sinal é outro: você encontrou a onda perfeita para surfar.
Do ponto de vista financeiro —não necessariamente da economia real, mas da movimentação de dinheiro em busca dos próximos vencedores da inteligência artificial— os números da Nvidia são uma declaração de confiança no futuro da tecnologia.
Mas, para entender o impacto real dessa transformação, vale olhar para o que dizem dois dos principais personagens dessa história.
Bill Gates, da Microsoft, e Mark Zuckerberg, da Meta, publicaram neste mês longos textos sobre como enxergam o futuro da humanidade diante da inteligência artificial. Ambos são entusiastas da tecnologia, mas com grandes divergências sobre seu impacto no mundo.












