O chefe da polícia de São Paulo, Roberto Moreira, orientou os delegados a não utilizar automóveis em diligências que não sejam urgentes, nas quais as despesas devam ser pagas pelos cofres daquele departamento.
Fora situação de urgência, o serviço de automóvel deve ser adotado quando o uso de outro meio de condução possa prejudicar os interesses da Justiça, mas precisa ser previamente contratado pelo menor preço, e as autoridades só podem levar auxiliares estritamente necessários.
A polícia visa, sem passar do limite da verba estipulada, atender a todas as despesas de diligências no interior do estado.









