Eleições 2026
O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo reverteu uma das condenações que tornaram Pablo Marçal (PRTB) inelegível, mas o coach permanece impedido de disputar a eleição presidencial devido a outro processo. Por cinco votos a um, a corte decidiu, na terça-feira 25, afastar uma acusação de abuso de poder e uso indevido dos meios de comunicação na disputa pela prefeitura da capital paulista em 2024. Cabe recurso.
A primeira instância havia acolhido uma ação do PSB e condenado Marçal por duas práticas: a divulgação nas redes sociais de conteúdo contra o processo eleitoral e de ofensas a seus adversários, e a existência de um site do então candidato que incitaria o eleitor a imprimir materiais de campanha e burlar regras de arrecadação e gastos eleitorais.
Prevaleceu no novo julgamento o voto do juiz Regis de Castilho, para quem o discurso de Marçal não representou uma ameaça ao funcionamento da Justiça Eleitoral. “Não há no sistema jurídico, inclusive na Constituição, qualquer linha que impeça críticas ao Judiciário.”
Seguiram Castilho os colegas Roberto Maia, Mairan Maia Junior, Cláudia Bedotti e Danyelle Galvão.











