O Rio, que até antes da pandemia tinha um cenário de café especial bastante restrito, agora vê a bebida ganhar espaço em padarias, restaurantes e bares –tanto na carta de bebidas quanto como ingrediente de pratos e coquetéis.

O movimento, que ocorre há algum tempo em São Paulo, é sinal de que o mercado deixou de ser nichado.

Até poucos anos atrás, era missão difícil achar bom café no Rio. É claro que existem casas pioneiras, como o Café ao Léu –que serve bebidas de qualidade há anos em uma portinha de Copacabana– e a Coffee Five –do barista multicampeão Emerson Nascimento.

Após a pandemia, começaram a surgir várias cafeterias especializadas. Hoje há dezenas delas, ainda que fiquem muito concentradas na zona sul.

Agora, os restaurantes começam a incorporar os cafés de qualidade aos seus cardápios. O Nimbus, em Botafogo –bairro que se tornou reduto gastronômico–, encerra a refeição com coado preparado com grãos da torrefação Vanguarda do Café.