Eleições 2026
A eleição de 2026 leva para as urnas uma parcela da militância formada em torno dos atos golpistas do 8 de Janeiro e seu posterior desenrolar judicial. Parentes de condenados, advogados e pessoas que participaram diretamente do quebra-quebra disputam vagas no Legislativo com a anistia dos golpistas como principal bandeira.
O movimento não se restringe à família Bolsonaro. Há candidatos em diferentes estados e partidos que transformaram a defesa dos envolvidos, a revisão das penas e os ataques ao Supremo Tribunal Federal em parte central de suas campanhas.
Entre os advogados estão Jeffrey Chiquini, candidato a deputado federal pelo Novo no Paraná, que defendeu Filipe Martins no processo da trama golpista; Sebastião Coelho, que também atuou na defesa de Martins e disputa o Senado pelo Novo no Distrito Federal; e Carolina Siebra, candidata a deputada federal pelo Novo no Ceará e representante da Associação de Familiares e Vítimas do 8 de Janeiro.
Matheus Mayer Milanez, advogado do general Augusto Heleno no STF, é um caso à parte. Ele havia sido lançado candidato a deputado federal pelo Republicanos no DF, mas renunciou à disputa em 14 de agosto, após acusações de violência doméstica feitas pela ex-companheira. Milanez nega as acusações.











