O empresário Fábio Luís Lula da Silva, um dos filhos do presidente Lula (PT), é investigado pela Polícia Federal sob suspeita de tráfico de influência.
Vieram a público até o momento três inquéritos que miram Fábio, conhecido como Lulinha —apelido pelo qual ficou conhecido no debate público, apesar de não adotá-lo em sua vida pessoal.
No STF (Supremo Tribunal Federal), o ministro André Mendonça é relator de duas apurações, e Flávio Dino acompanha outra.
O caso, amplificado pela divulgação de mensagens da empresária Roberta Luchsinger, colocou o tema do combate à corrupção no caminho da campanha eleitoral de Lula.O petista disputava a pauta depois da revelação de que o senador Flávio Bolsonaro (PL) pediu dinheiro a Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, para financiar o filme "Dark Horse", sobre Jair Bolsonaro, mas aliados avaliam que as investigações contra Lulinha dificultam a ofensiva.
Nesta quinta-feira (20), a coluna Mônica Bergamo mostrou que a PGR (Procuradoria-Geral da República) pediu ao STF que o inquérito que apura se Lulinha cometeu tráfico de influência seja enviado à primeira instância da Justiça. O argumento é de que não há autoridades com foro privilegiado envolvidas e, portanto, não há justificativa para que o caso continue no Supremo. A decisão final será do ministro André Mendonça.














