Segundo episódio da websérie mostra como a Claro empresas orquestra um ecossistema conectado para viabilizar estratégias de IA 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Silvio Meira, cientista-chefe da TDS Company; Maria Teresa Lima, da Claro empresas; Ronaldo Lemos, advogado, professor e diretor científico do ITS Rio; e Marisa Reghini, do Banco do Brasil — Foto: Arte GLab “Na hora em que os negócios entenderem que a inteligência artificial (IA) aplicada a redes muda radicalmente o potencial de suas performances, vamos assistir a uma revolução.” A afirmação do cientista-chefe da TDS Company, Silvio Meira, resume uma transformação que já está em curso. À medida que inteligência artificial, computação em nuvem e conectividade convergem, as redes deixam de ser apenas infraestrutura para se tornarem um dos principais habilitadores da inovação e da competitividade das empresas. Esse é o tema do segundo episódio da nova temporada da websérie “Vamos habilitar o próximo novo?”, apresentada pela Claro empresas, produzida em parceria com a Editora Globo e veiculada no Valor Econômico. Além de Silvio Meira, Ronaldo Lemos, advogado, professor e diretor científico do ITS Rio; Maria Teresa Lima, diretora-executiva para Governo da Claro empresas; e Marisa Reghini, VP de Negócios Digitais e Tecnologia do Banco do Brasil, debatem como as redes inteligentes vêm transformando os setores econômicos. Na hora em que os negócios entenderem que a IA aplicada a redes muda radicalmente o potencial de suas performances, vamos assistir a uma revolução” Ao reunir especialistas, clientes e parceiros, a Claro empresas reforça seu papel como orquestradora de um ecossistema que conecta infraestrutura, tecnologias e soluções para viabilizar estratégias de inteligência artificial. Um dos exemplos dessa transformação vem do Banco do Brasil. Com cerca de 16 bilhões de transações realizadas diariamente, a instituição depende de uma infraestrutura capaz de validar informações em milissegundos, com segurança e alta disponibilidade. “A informação sai do aplicativo do cliente, não importa onde ele esteja no mundo, e trafega em todas as redes do banco, até chegar no data center central, que valida e retorna. Se qualquer ponto travar, o cliente não vai conseguir efetuar essa transação. Não queremos que isso aconteça”, explica Marisa Reghini. Essa é a nova economia: juntar SD-WAN com potencial de cloud, uma arquitetura edge e IA rodando sobre toda essa infraestrutura. É um ecossistema completo” — MARIA TERESA LIMA, diretora-executiva para Governo da Claro empresas Para entregar desempenho, o banco conta com uma solução baseada em Software-Defined Wide Area Network (SD-WAN), que utiliza software para gerenciar, conectar e otimizar redes corporativas distribuídas. “Essa tecnologia nos permite fazer o gerenciamento automatizado. Ela se autogerencia, corrigindo a parte necessária para o funcionamento. Isso se traduz em baixa latência, segurança e alta disponibilidade 24 horas por dia, sete dias por semana”, afirma Reghini. “Atualmente, 96% das transações que os clientes realizam conosco acontecem por canais digitais. A tecnologia acompanha nossos negócios”, completa a executiva do Banco do Brasil. Atualmente, 96% das transações que os clientes realizam conosco acontecem por canais digitais. A tecnologia acompanha nossos negócios” — Marisa Reghini, VP de Negócios Digitais e Tecnologia do Banco do Brasil Ecossistema integrado Se na instituição financeira as redes inteligentes garantem bilhões de transações diárias, em outros segmentos elas ampliam a capacidade das empresas de interpretarem dados e automatizarem decisões em tempo real. Para Ronaldo Lemos, essa mudança já é perceptível em atividades cotidianas, como o varejo. “Não é só o dinheiro que está virando informação. Hoje, as câmeras sabem se um produto está faltando ou se foi retirado da prateleira e devolvido no lugar errado. Identifica o que as pessoas estão comprando mais. Essas informações são repassadas imediatamente para os fornecedores e para os funcionários. É um outro tipo de gestão, muito mais inteligente”, comenta. Não é só o dinheiro que está virando informação. Hoje, as câmeras sabem se um produto está faltando ou se foi retirado da prateleira e devolvido no lugar errado. É um outro tipo de gestão, muito mais inteligente” — RONALDO LEMOS, advogado, professor e diretor científico do ITS Rio Para Maria Teresa Lima, esse novo cenário exige mais do que a adoção de tecnologias isoladas: “Essa é a nova economia: juntar SD-WAN com potencial de cloud, uma arquitetura edge e IA rodando sobre toda essa infraestrutura. É um ecossistema completo. Na Claro empresas, atuamos de forma consultiva, auxiliando os clientes a construir soluções que juntem rede com nuvem, IA, Internet das Coisas, 5G e serviços profissionais. Integrando isso tudo, podemos apoiar os clientes no processo de transformação.” ASSISTA AO SEGUNDO EPISÓDIO
Redes inteligentes aceleram a inovação nos negócios
Segundo episódio da websérie mostra como a Claro empresas orquestra um ecossistema conectado para viabilizar estratégias de IA







