Gestão de Itajaí diz que desligamentos foram 'decisão de natureza estritamente administrativa e profissional' 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Deputada do PL interrompe gravação após vice-prefeito pedir apoio a Carlos Bolsonaro — Foto: Reprodução A Prefeitura de Itajaí (SC) exonerou nesta semana dois servidores comissionados, dias após o vazamento de um vídeo em que a deputada estadual Ana Campagnolo (PL) rejeita gravar uma manifestação de apoio à candidatura de Carlos Bolsonaro (PL) ao Senado. Na gravação, o vice-prefeito do município e candidato à Câmara Rubens Angioletti (PL) aparece ao lado da parlamentar e de Carol de Toni (PL), segundo nome da chapa puro sangue do partido ao Senado. Assim que Angioletti cita Carluxo e seu número na urna, Campagnolo, descontente, gesticula e interrompe a filmagem. O vídeo, gravado em maio, veio à tona e viralizou nas redes na semana passada. Após o ocorrido, Flávio Bolsonaro cobrou publicamente a deputada. Em comentário no Instagram, o senador pediu para que Campagnolo faça um vídeo pedindo votos a Carlos ou pare de se associar a ele e a Jair Bolsonaro. Em resposta, Campagnolo diz que, quanto à candidatura de Carlos, ela seguirá "trabalhando para concretizar os objetivos definidos pelo nosso partido em Santa Catarina". Depois do ruído, a Prefeitura de Itajaí desligou os servidores Isabela Monico e Alex Pereira, assessores lotados no gabinete do vice-prefeito. As portarias, publicadas em Diário Oficial, são do último dia 10. Questionado, o Município afirmou que os desligamentos ocorreram “exclusivamente por decisão administrativa do Gabinete do Vice-Prefeito, no âmbito da gestão dos cargos de livre nomeação e exoneração”. E acrescentou que se trata de uma “decisão de natureza estritamente administrativa e profissional, relacionada à condução e à organização da equipe do gabinete”. Até o momento, no entanto, não há confirmação de quem foi responsável pelo vazamento.
Prefeitura exonera dois servidores após vazar vídeo em que deputada rejeita gravar com Carluxo
Gestão de Itajaí diz que desligamentos foram 'decisão de natureza estritamente administrativa e profissional'






