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Discussões, notícias e reflexões pensadas para mulheres

Quando eu era criança e minha mãe comprava um chapéu novo, passava a ver aquele chapéu em todo lugar. É uma analogia simplória para explicar por que, após escrever quatro matérias sobre os 20 anos da Lei Maria da Penha, cheguei a pensar que estava exagerando ao enxergar uma onda negacionista.

Na primeira reportagem que escrevi sobre o tema, na sexta (7), leitores publicaram comentários nas redes sociais da Folha com termos como "lei da denunciação caluniosa", "lei seletiva" e "agenda woke". Na mesma linha, outros classificaram a legislação como "farsa" no espaço para comentários da entrevista de Bárbara Sá com Maria da Penha.