A taxa do DI com vencimento para janeiro de 2027 teve leve alta de 13,745%, do ajuste da véspera, a 13,755% e a do DI de janeiro de 2031 subiu de 14,355% para 14,41% 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Juros futuros sobem com risco eleitoral e saída de capital externo — Foto: Declan Sun/Unsplash Os juros futuros encerraram o pregão desta terça-feira (11) em alta firme, seguindo a tendência negativa de outras classes de ativos domésticas, ainda que com intensidade menor. As taxas operaram pressionadas pelas preocupações dos investidores com o quadro das eleições presidenciais de outubro. Além disso, houve relatos de redução da exposição de estrangeiros a ativos brasileiros, após o J.P. Morgan rebaixar a sua recomendação para o Brasil. Neste contexto, os resultados do IPCA de julho e a ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central perderam relevância na formação de preços da renda fixa local. Sem novidades relevantes quanto à tendência inflacionária e os rumos da política monetária, ambos os eventos corroboraram o cenário-base do mercado, que espera ao menos mais um corte de 0,25 ponto percentual da Selic. Encerrados os negócios, a taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento de janeiro de 2027 teve leve alta de 13,745%, do ajuste da véspera, a 13,755%; a do DI de janeiro de 2028 foi de 13,825% para 13,895%; a do DI de janeiro de 2029 avançou de 14,09% a 14,18% e a do DI de janeiro de 2031 subiu de 14,355% para 14,41%.