Onda contra imunizações veio dos Estados Unidos, mas provocou reação nas redes sociais 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Anthony Fauci, ex-diretor do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas (NIAID) e assessor médico de vários presidentes dos Estados Unidos, participa de audiência da Comissão de Segurança Interna e Assuntos Governamentais do Senado, no Capitólio, em Washington, em 29 de julho de 2026 — Foto: REUTERS/Nathan Howard Tardiamente, quando a polêmica já havia começado a abaixar, o ex-deputado Eduardo Bolsonaro (RJ) colocou argamassa na nova arquitetura que a extrema-direita lança no Brasil contra as vacinas. Vacinas, no plural, não somente contra a Covid-19. No dia 7, ele publicou em suas redes sociais, sorridente, um vídeo em que mostrava uma declaração assinada por ele, com firma reconhecida, em que formalizava ao governo do Texas em que assumia a responsabilidade por não imunizar sua filha. “Aqui nos Estados Unidos cabe aos pais decidirem o que é melhor para seus filhos, até porque, se acontecer um efeito colateral, ninguém do governo vai se responsabilizar”. Concluía assim: “viva a liberdade. Obrigado ao governo do Texas, e que esse exemplo chegue logo ao Brasil”. No X, o vídeo teve 740 mil visualizações até o dia 10.
Direita relança ataques às vacinas
Onda contra imunizações veio dos Estados Unidos, mas provocou reação nas redes sociais















