Ao todo, seis pessoas da família participariam do passeio. No helicóptero que caiu estavam: Rocio Cubillos, de 59 anos;Wendy Manrique, de 37 anos, filha de Rocio; eSofia Murillo, de 17 anos, filha de Wendy e neta de Rocio. A adolescente que veio para comemorar seu 15º aniversário ficou no hangar com os pais e viajaria na próxima aeronave com eles, mas o grupo não chegou a decolar. Além das integrantes da família colombiana, o piloto da aeronave, Alessandro Rocha, também morreu. O Corpo de Bombeiros do RJ foi acionado às 11h11 para atender a ocorrência. Destroços da aeronave, um Robinson 44, foram localizados pela equipe do Grupamento de Operações Aéreas. VEJA TAMBÉM Bombeiros trabalham para chegar até a área onde caiu um helicóptero perto da Vista Chinesa, na Zona Sul do Rio. — Foto: Divulgação Familiares aguardavam no hangar As três turistas colombianas que morreram na queda do helicóptero faziam a primeira viagem ao Brasil. Elas chegaram ao Rio na segunda-feira (3) e permaneceriam no país até terça-feira (11). Durante a viagem, fizeram passeios pela cidade e também estiveram em Búzios, na Região dos Lagos. As três estavam no Rio com outros parentes: Victor Manrique, filho de Rocio, a esposa dele Daniela Castañeda, e a filha do casal de 15 anos. Segundo familiares, o grupo contratou o passeio de helicóptero após uma pesquisa nas redes sociais. Depois do acidente, Victor, Daniela e a filha que também participariam do passeio ficaram no hangar aguardando informações. Eles ouviram um funcionário mencionar que teria ocorrido um “pouso forçado” e cobraram explicações, mas, segundo o relato, ninguém informava o que havia acontecido. Ainda no hangar, os familiares acabaram descobrindo a dimensão do acidente por meio de sites de notícias. Ocupantes carbonizados O helicóptero explodiu ao cair na encosta, e chamas se alastraram pela mata. Militares especializados em combate a incêndios florestais foram mobilizados e conseguiram controlar o fogo. Os 4 ocupantes morreram carbonizados. A operação mobilizou cerca de 40 militares, 11 viaturas e 4 unidades operacionais. “A maior dificuldade das equipes no momento é o acesso, tanto para entrar no local quanto para sair. A aeronave caiu em uma região de mata muito íngreme, com áreas de precipício, onde só é possível trabalhar com técnicas de corda e equipamentos de segurança”, explicou o tenente-coronel Fábio Contreiras, porta-voz do Corpo de Bombeiros. “Quando chegamos, além do helicóptero, havia também um incêndio provocado pela explosão do combustível da aeronave. Esse incêndio já foi totalmente extinto”, emendou. “Agora, nosso desafio é encontrar acessos mais rápidos para facilitar o trabalho da perícia da Polícia Civil e do Cenipa, além da futura retirada dos corpos. Estamos trabalhando para que isso aconteça o quanto antes, de preferência ainda hoje”, disse. Detalhes do modelo do helicópterio Robinson R44 — Foto: Arte/g1 Fotos do acidente Bombeiros avançam por área de mata em resgate após queda de helicóptero — Foto: Reprodução/TV Globo Bombeiros estacionam na Vista Chinesa para resgate após queda de helicóptero — Foto: Reprodução Carros dos bombeiros na área da Vista Chinesa — Foto: Reprodução/TV Globo Vista Chinesa é um ponto frequentado por turistas e atletas — Foto: Reprodução/TV Globo Bombeiros chegam na área onde helicóptero caiu na mata perto da Vista Chinesa, na Zona Sul do Rio — Foto: Divulgação
Família morta em queda de helicóptero viajou para celebrar 15 anos | G1
Bombeiros foram acionado às 11h11 para a ocorrência no Rio de Janeiro. O Robinson R44 PP-MFS caiu em uma área de mata íngreme e de difícil acesso.













