Em sabatina, Haddad criticou a venda da Eletrobrás e o adiamento no pagamento de precatórios, aprovado por meio de PEC no governo de Jair Bolsonaro 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Fernando Haddad (PT), candidato a governador de SP — Foto: Cristiano Mariz/Agência O Globo Ex-ministro da Fazenda e candidato pelo PT ao governo de São Paulo, Fernando Haddad disse nesta sexta-feira (7) que um eventual novo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve buscar reconstruir superávit primário sem "prejudicar a base da pirâmide". Haddad, que não está participando da formulação do plano de governo petista à Presidência da República, criticou o que classificou como o ajuste defendido pela "Faria Lima", com o foco em corte de gastos. Leia mais “Quando você faz esse ajuste tradicional que é pedido pela Faria Lima, você compromete o crescimento da economia. O ajuste fiscal congela salário mínimo, tabela do imposto de renda, congela recursos da saúde, da educação. Tirando o dinheiro das famílias mais pobres você diminui o consumo", disse o candidato, durante sabatina sobre saúde no Sindicato dos Hospitais, Clínicas e Laboratórios do Estado de São Paulo (SindHosp) e a FeSaúde, a federação do setor. A política fiscal é um dos principais pontos de atenção de agentes do mercado financeiro e economistas ao analisar a possibilidade de um possível quarto mandato de Lula. Nas últimas semanas, integrantes da cúpula política da campanha intensificaram os esforços para reconstruir a ponte entre o governo e o mercado e apaziguar temores em relação à situação econômica do país. Na sabatina, Haddad também criticou medidas tomadas pelo governo de Jair Bolsonaro, como a venda da Eletrobrás e o adiamento no pagamento de precatórios, aprovado por meio de proposta de emenda à Constituição (PEC) durante o governo do antecessor. “Fazer superávit dando calote em precatório e patrimônio é fácil. O estoque de patrimônio público da União para vender. Você não vai reconstruir a economia do Estado assim”, disse.
Haddad defende superávit primário sem comprometer base da pirâmide
Em sabatina, Haddad criticou a venda da Eletrobrás e o adiamento no pagamento de precatórios, aprovado por meio de PEC no governo de Jair Bolsonaro












