Eleições 2026
Candidato a vice-presidente na chapa de Flávio Bolsonaro, o deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL) propôs à Procuradoria-Geral da República a coleta de seu material genético para que seja realizado um exame de DNA, como forma de rebater a acusação de estupro de vulnerável apresentada por parlamentares.
A PGR avalia se endossa ou não um pedido da Polícia Federal para abrir inquérito contra ele sobre o caso. Gaspar nega ter cometido o crime.
No documento, sua defesa defende que a PGR faça a comparação genética, estabeleça um prazo curto para a conclusão do procedimento e, caso seja descartado o vínculo genético e não surjam outros elementos, rejeite a solicitação da PF. A campanha também protocolou requerimento semelhante no Supremo Tribunal Federal, onde o pedido da PF aguarda avaliação do ministro Gilmar Mendes.
O material genético do deputado foi coletado em 23 de abril, após uma decisão judicial da 3ª Vara Cível de Maceió (AL), que atendeu a um pedido do próprio parlamentar. Os advogados argumentaram à PGR que a prova científica é o que vai demonstrar que a suspeita seria “falsa, descabida e acintosa”.











