Após Copa do Mundo, presidente da Argentina aderiu à retórica para criar um inimigo externo com o objetivo de recuperar apoio popular que suas reformas econômicas começaram a lhe negar 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 El presidente de Argentina, Javier Milei, acude a la Asociación de Dirigentes de Marketing en Montevideo, Uruguay, el viernes 6 de diciembre de 2024. (AP Foto/Matilde Campodónico) — Foto: Matilde Campodonico/AP O presidente da Argentina, Javier Milei, passou grande parte de sua carreira política oferecendo à população uma ideia bastante peculiar de país. A pátria importava menos do que a liberdade, o mercado, o indivíduo e a batalha ideológica contra um socialismo que atravessa fronteiras. O Estado era tratado, sobretudo, como um grande estorvo a ser cortado por sua motosserra. Mas tudo mudou com a Copa do Mundo, que fez o presidente libertário descobrir uma utilidade política para o nacionalismo: recuperar o apoio popular que suas reformas econômicas começaram a lhe negar.
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