O governo federal reduziu o número de leilões de rodovias previstos em 2026, em meio a dificuldades para destravar certames dos chamados "contratos estressados" –projetos antigos que fracassaram e tiveram de passar por repactuação.
As dificuldades nos processos incluem acúmulo de projetos na ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) e acordo frustrado no TCU (Tribunal de Contas da União).
Inicialmente, o governo federal previa 14 leilões de rodovias neste ano, dos quais 6 eram repactuações.
Em novembro, o Ministério dos Transportes anunciou 13 certames em 2026, um a menos do que o previsto anteriormente. A pasta adiou a concessão da Rota Agro Central (BR-070/174/364/MT/RO), para que fossem feitos ajustes na proposta.
Agora, o ministério diz que fará 10 leilões em 2026, sendo cinco de repactuações. Do total, três já foram realizados: o lote das Rotas Gerais (BR-116/251/MG), a Rota dos Sertões (BR-116/324/BA/PE) e o trecho de 383 km da rodovia Régis Bittencourt (BR-116/SP/PR), que passou por repactuação.








