Há duas semanas, Gianni Infantino estava eufórico com o sucesso da Copa do Mundo na América do Norte. No entanto, o dirigente enfrenta agora seu momento mais difícil à frente da Fifa, após o fracasso de seu projeto de investimento privado em competições.
Nada indicava essa grave crise de liderança quando Infantino correu para retirar o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de perto dos jogadores espanhóis antes de erguerem a Copa do Mundo no dia 19 de julho, em East Rutherford, Nova Jersey.
Durante o torneio, o presidente da Fifa se mostrou imune às críticas, se sentiu intocável e desfrutou do que descreveu como “a melhor Copa do Mundo da história”.
No mínimo, foi a mais lucrativa, gerando quase 15 bilhões de dólares (76 bilhões de reais na cotação atual) em receita e atraindo 6,6 milhões de espectadores aos estádios, além de registrar recordes de audiência pela televisão.
No entanto, o dirigente ítalo-suíço de 56 anos está agora em situação delicada: enfrenta mais oposição do que nunca e se viu forçado a abandonar um plano ambicioso de abrir a Copa do Mundo e outras competições da Fifa para o investimento privado, uma linha vermelha que não pode ser cruzada para grande parte do mundo do futebol.











