Arroz, feijão, salada e uma proteína ficaram mais caros na região do Centro de São Paulo. O preço médio do prato feito na área subiu 12,88% em um ano, passando de R$ 35,18 para R$ 39,71 entre junho de 2025 e junho de 2026. A alta é a maior entre as cinco regiões da capital paulista, segundo levantamento sobre preços em restaurantes.
Realizada pelo Procon-SP em parceria com o Dieese, a pesquisa ouviu 350 estabelecimentos distribuídos pela capital. No conjunto da cidade, o preço médio do prato feito em 192 locais avaliados nos três levantamentos passou de R$ 37,18 para R$ 39,10, alta de 5,16% em 12 meses. O percentual fica acima da variação de 4,57% registrada pelo INPC-IBGE no mesmo período.
Além do Centro, outras regiões também tiveram aumento superior ao índice oficial de inflação. A Zona Norte registrou alta de 8,67% no preço do prato feito em 12 meses, seguida pela Zona Sul, com 5,50%. Leste e Oeste tiveram variações menores, de 4,59% e 2,74%, respectivamente.
Self-service por quilo também sobe
O levantamento acompanha ainda o preço da refeição self-service por quilo, modalidade recorrente entre trabalhadores em horário de almoço. Considerando os 49 restaurantes presentes em todas as pesquisas realizadas desde 2020, o preço médio passou de R$ 88,01 para R$ 94,11 em um ano, variação de 6,93%.








