O centro de São Paulo tem dois lados, separados pelo vale do Anhangabaú: o novo e o velho. O primeiro é cortado pela rua Barão de Itapetininga e ocupa o espaço entre as praças da República e Ramos de Azevedo, onde fica o Theatro Municipal. O outro inclui o chamado triângulo histórico e se estende das ruas Líbero Badaró e Boa Vista até a praça da Sé.
Há uma diferença importante entre eles. O centro novo passou a atrair milhares de moradores, grande parte deles jovens, para seus prédios antigos ou retrofitados. Hoje, é palco de uma intensa vida social e cultural. O velho ficou mais parado, mantendo seu perfil comercial e administrativo, com raros edifícios residenciais e pouquíssima circulação de pessoas a partir das 18h e durante a noite.
Mas essa situação começa a mudar e a tendência é que os dois lados fiquem parecidos e integrados a médio prazo. O objetivo é fazer do centro velho, com seus longos calçadões, atualmente sendo requalificados, um lugar de permanência e não só de passagem.
Neste momento, existem pelo menos seis projetos de instalação de condomínios habitacionais e de uso misto na região, alguns mais avançados, outros em fase preliminar. Dois deles são os edifícios Vera, na rua Álvares Penteado, que será entregue em outubro, e JB 104, na rua José Bonifácio, ambos da desenvolvedora e operadora de projetos imobiliários Citas.







