0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Logo do Grupo Fictor — Foto: Divulgação A crise da Fictor Invest, gestora de investimentos ligada ao grupo Fictor que tentou comprar o Banco Master, começa a produzir uma sequência de decisões judiciais favoráveis a investidores que tentam reaver recursos antes que a recuperação judicial avance. Desta vez, a 11ª Vara Cível e Empresarial de Belém determinou o bloqueio de até R$ 355 mil em ativos da empresa para garantir o eventual ressarcimento de um cliente que afirma não ter conseguido resgatar o dinheiro aplicado em contratos de Sociedade em Conta de Participação (SCP). Na decisão, o juiz entendeu que há indícios suficientes do direito do investidor e destacou que a própria recuperação judicial da empresa representa risco concreto de dissipação do patrimônio, autorizando o arresto de contas bancárias e, se necessário, a indisponibilidade de veículos e imóveis da Fictor. O magistrado, porém, rejeitou por ora o bloqueio de bens dos sócios. O Grupo Fictor, que tentou comprar o Banco Master, entrou em recuperação judicial em fevereiro com mais de 4 bilhões de reais em dívidas. O pedido contempla as operações da Fictor Holding e Fictor Invest. A crise de liquidez começou no fim do ano passado, quando o Banco Central decretou a liquidação do Master. A decisão do Pará se soma a outra, concedida anteriormente pela Justiça do Paraná, que também autorizou o bloqueio de R$ 200 mil da empresa em ação movida por investidor. Nos dois casos, os autores foram representados pelo escritório Stella Advocacia.
Justiça amplia cerco à Fictor com bloqueios de ativos para proteger investidores
Justiça amplia cerco à Fictor com bloqueios de ativos para proteger investidores








