Já o spread bancário, que mede a diferença entre as taxas que os bancos cobram nos empréstimos e o que eles pagam pelo dinheiro, ficou estável em 21,9 pontos A taxa de juros média anual cobrada pelo sistema financeiro nas operações de crédito subiu 0,2 ponto percentual, para 33,4% ao ano em junho, em relação a maio. Em 12 meses, houve avanço de 1,5 pontos percentuais. A taxa cobrada das pessoas jurídicas, por sua vez, recuou 0,5 ponto, para 20,8% ao ano. Para as pessoas físicas, a taxa subiu 0,5 ponto para 39,4% ao ano. Nos recursos livres, a taxa média subiu de 49,3% para 49,8% entre maio e junho. No caso dos recursos direcionados, houve recuo de 12,3% para 12,2% entre os dois meses. Já o spread, que mede a diferença entre as taxas que os bancos cobram nos empréstimos e o custo de captação desses recursos, ficou em 21,9 pontos em junho, mesmo patamar registrado em maio. Nas operações de crédito com pessoas físicas, o spread ficou em 28,5 pontos percentuais, acima dos 28,2 pontos percentuais de maio. No crédito às empresas, ficou em 8,1 pontos em junho, contra 8,6 pontos no mês anterior. A taxa anual de juros no crédito imobiliário para as pessoas físicas com recursos direcionados ficou em 11,2% em junho, mesmo patamar de maio. Inadimplência A inadimplência média das operações de crédito ficou estável em 4,7% de maio para junho. A taxa para as empresas também ficou parada, em 3,2%, assim como para pessoas físicas, em 5,6%. No crédito com recursos livres, a inadimplência se manteve em 6,2%. Nos recursos direcionados, a taxa caiu de 2,8% para 2,7% entre maio e junho. — Foto: Ruy Baron/Valor