Interlocutores trabalham com dois nomes possíveis para ocupar a vice O Novo pode, mais uma vez, concorrer à Presidência da República com uma chapa puro-sangue. Sem conseguir fazer aliança com outras legendas, o partido avalia opções dentro do partido para concorrer na chapa do ex-governador Romeu Zema (Novo) como vice. Dois nomes despontam, de acordo com interlocutores: o senador Eduardo Girão (Novo-CE) e o cientista político Luiz Felipe D'Ávila (Novo-SP), que foi candidato à presidência do partido em 2022. O Novo oficializou na segunda-feira (27) Zema como candidato à Presidência da República, e informou que segue buscando formalizar apoio com outras siglas. As alianças garantem aos candidatos mais tempo de propaganda no rádio e na TV. O Podemos chegou a negociar aliança com o Novo, mas desistiu de indicar um nome para vice e deve permanecer neutro na disputa presidencial. Durante a convenção, realizada em Brasília, Zema sinalizou a possibilidade de convidar o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa (DC) para concorrer ao Planalto ao seu lado. O presidente do DC, João Caldas, disse que a decisão caberá a Barbosa. Segundo Zema, a definição sobre o vice seguirá em discussão até o dia 5 de agosto — data limite para a escolha do ocupante deste posto. Senador Eduardo Girão (Novo-CE) em discurso à tribuna — Foto: Andressa Anholete/Agência Senado
Ainda sem alianças, Zema pode ter chapa puro-sangue para concorrer à Presidência
Interlocutores trabalham com dois nomes possíveis para ocupar a vice













