1 de 1 O ex-governador de Minas Gerais e pré-candidato a presidente Romeu Zema (Novo) participa de seminário na Câmara Americana de Comércio. — Foto: LEANDRO CHEMALLE/THENEWS2/ESTADÃO CONTEÚDO

O ex-governador de Minas Gerais e pré-candidato a presidente Romeu Zema (Novo) participa de seminário na Câmara Americana de Comércio. — Foto: LEANDRO CHEMALLE/THENEWS2/ESTADÃO CONTEÚDO

Ao apostar no nome de Romeu Zema para a Presidência da República, o Novo tenta se firmar como uma alternativa da direita ao bolsonarismo. Nos estados, porém, o partido não tem conseguido abrir mão de alianças com o PL, de Flávio Bolsonaro, para aumentar as bancadas e garantir o rompimento da chamada cláusula de barreira.

O presidente da legenda, Eduardo Ribeiro, avalia que o partido chega em 2026 com mais musculatura do ponto de vista político e financeiro.

Nas eleições de 2018 e 2022, o Novo não utilizou recursos dos Fundos Partidário e Eleitoral, estratégia revista nas eleições municipais de 2024 e que, segundo ele, deu resultado. O partido passou de 35 vereadores e um prefeito, eleitos em 2020, para 264 vereadores, 36 vice-prefeitos e 19 prefeitos, quatro anos depois.