Tombo de quase 9% dos preços de petróleo levou a uma redução do prêmio de risco geopolítico Ibovespa retoma 175 mil pontos com maior apetite por risco e apesar de Petrobras — Foto: Edilson Dantas/Agência O Globo Em um dia mais positivo para mercados emergentes e de baixa liquidez no mercado acionário local, o Ibovespa apresentou ganhos desde o começo da sessão e ampliou a alta mais perto do fechamento diante da recuperação das ações da Vale. O tombo de quase 9% dos preços de petróleo levou a uma redução do prêmio de risco geopolítico, o que impulsionou a tomada de risco nas bolsas globais. O movimento só não foi mais expressivo aqui no Brasil em virtude da queda mais intensa das ações da Petrobras. Depois de oscilar entre os 174.048 pontos e os 175.555 pontos, o Ibovespa encerrou em alta de 0,74%, aos 175.334 pontos. Mais uma vez, o volume financeiro negociado pelo índice foi baixo e chegou a R$ 13,5 bilhões, o que é bem inferior à média diária de R$ 21,7 bilhões registrada desde o começo do ano. O giro financeiro na B3 também foi reduzido e chegou a apenas R$ 19,1 bilhões. Após um fim de semana sem hostilidades, os avanços diplomáticos entre EUA e Irã fizeram os preços do petróleo tombarem hoje. O recuo afetou em cheio as ações da Petrobras: no fim, as PN da petroleira cederam 2,84%, ao passo que as ON tiveram perdas de 3,15%. Depois de oscilar entre perdas e ganhos durante uma boa parte do dia, as ações da Vale terminaram com alta de 0,60%. Bancos, por outro lado, subiram em bloco, especialmente as units do Santander, que tiveram alta de 3,87%. A instituição financeira apresenta os números do seu balanço na próxima quarta-feira (29). Já em Wall Street, os principais índices terminaram mistos: o Nasdaq encerrou em queda de 0,18%, o S&P 500 fechou estável (+0,02%), e o Dow Jones teve alta de 0,51%.
Ibovespa retoma 175 mil pontos com maior apetite por risco e apesar de Petrobras
Tombo de quase 9% dos preços de petróleo levou a uma redução do prêmio de risco geopolítico






