A porta do elevador se abriu e Ruy Castro estava do outro lado. Logo depois, Alvaro Costa e Silva também chegou. Os dois começaram a conversar sobre um Rio de Janeiro antigo, habitado por personagens e costumes de uma época em que eu ainda nem tinha nascido.
Pouco tempo depois, a van da Folha chegou. Descemos e seguimos em direção a Paraty. Durante a viagem, Ruy e Alvaro continuaram contando casos divertidos de um outro Brasil. Foi assim que começou a minha segunda Flip.
Ao chegarmos a Paraty, encontrei Sérgio Dávila, com seu jeito sempre gentil de conversar. "Fez boa viagem?", perguntou.
Respondi que sim, embora ainda carregasse no corpo as consequências de uma jornada bem mais longa. Eu havia saído dos Estados Unidos, atravessado cerca de 17 horas de viagem e ainda estava com a cabeça um pouco pesada por causa do fuso horário.
Logo depois, gravei uma participação para a GloboNews. Em seguida, fui buscar meus pais, que também acabavam de chegar a Paraty. Seria a primeira experiência deles na Flip.














