O pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) reuniu-se em Brasília, na terça-feira (21), com 42 embaixadores para questionar a segurança das urnas eletrônicas, repetindo o roteiro que levou seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, à inelegibilidade. Citou a empresa Smartmatic e documentos da CIA sobre a Venezuela, associações já desmentidas pelo Tribunal Superior Eleitoral em diversas oportunidades. Na sexta-feira (24), o Itamaraty negou visto a dois funcionários do Departamento de Estado dos Estados Unidos que viriam ao Brasil às vésperas das eleições de outubro, em uma missão vista pelo governo como tentativa de contestar a integridade do sistema eleitoral.
Entre 19 e 26 de julho, considerando os grupos públicos de mensageria, o pico se deu na quarta-feira (22), por volta das 18h, de acordo com a Palver, que realiza um monitoramento em tempo real em mais de 100 mil grupos públicos de WhatsApp e Telegram. Nos dois dias em que a reunião com os embaixadores dominou, 22 e 23, Flávio apareceu em 92% das mensagens do recorte, contra 34% de Lula. O tema do visto negado veio na sequência e alcançou seu próprio pico no dia 25, mantendo o tema da lisura eleitoral no topo das discussões por toda a semana.














