Ituri concentra cerca de 90% das infecções registradas desde o início da epidemia 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Trabalhadores em Bunia, na República Democrática do Congo, em meio ao surto de Ebola. — Foto: Benediction MURHABAZI / AFP RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 26/07/2026 - 21:19 Epidemia de Ebola no Congo: Mais de 3.000 casos e 1.354 mortes Na República Democrática do Congo, a 17ª epidemia de ebola já ultrapassa 3.000 casos, com 1.354 mortes registradas. O surto, iniciado oficialmente em 15 de maio, está concentrado principalmente na província de Ituri, responsável por cerca de 90% das infecções. Sem vacina ou tratamento eficaz para o vírus Bundibugyo, a situação se agrava em meio a conflitos armados na região. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO Mais de 3.000 casos de ebola, entre eles 1.354 fatais, foram registrados na República Democrática do Congo (RDC) desde o início da epidemia, informaram autoridades congolesas neste domingo (26), depois que foi superada, em meados de julho, a marca dos 2.000 casos. A RDC enfrenta um surto de ebola no leste do país, uma região assolada por mais de 30 anos de conflitos armados. A doença, transmitida por contato com fluidos corporais e que provoca febre hemorrágica, matou mais de 15.000 pessoas na África nos últimos 50 anos. A epidemia mais letal na RDC causou cerca de 2.300 mortes entre 3.500 casos registrados entre 2018 e 2020. A 17ª epidemia na RDC, declarada oficialmente em 15 de maio, é provocada pelo vírus Bundibugyo, para o qual não há nem vacina, nem tratamento. Ebola se torna emergência de saúde internacional; Veja fotos 1 de 11 O centro de tratamento de Ebola, em Goma, estava abandonado desde o fim do surto de 2019. Trabalhadores restauram o espaço — Foto: Jospin Mwisha / AFP 2 de 11 Uma funcionária verifica a temperatura de uma antes de permitir seu acesso ao hospital em Goma — Foto: Jospin Mwisha / AFP X de 11 Publicidade 11 fotos 3 de 11 Um profissional de saúde monitora os visitantes que chegam ao Laboratório Rodolphe Mérieux, do Instituto Nacional de Pesquisa Biomédica, em Goma — Foto: Jospin Mwisha / AFP 4 de 11 Cartaz com os números de contato de emergência para o Ebola fixado em uma tenda na passagem de fronteira de Busunga — Foto: Badru Katumba / AFP X de 11 Publicidade 5 de 11 Um soldado no antigo centro de tratamento de Ebola, em Goma, que estava abandonado desde o fim do surto em 2019 — Foto: Jospin Mwisha / AFP 6 de 11 Um agente sanitário higieniza as mãos de um motociclista pela fronteira entre Uganda e a República Democrática do Congo — Foto: Badru Katumba / AFP X de 11 Publicidade 7 de 11 Um visitante tem sua temperatura verificada antes de entrar no Hospital Kyeshero — Foto: Jospin Mwisha / AFP 8 de 11 Homem se prepara para entrar no Hospital Kyeshero, em um posto de controle para lavagem das mãos e aferição de temperatura para todos os visitantes — Foto: Jospin Mwisha / AFP X de 11 Publicidade 9 de 11 Um profissional de saúde monitora os visitantes que chegam ao Laboratório Rodolphe Mérieux, do Instituto Nacional de Pesquisa Biomédica, em Goma — Foto: Jospin Mwisha / AFP 10 de 11 Um agente de saúde fronteiriço na passagem entre Uganda e a República Democrática do Congo, verifica a temperatura de um viajante — Foto: Badru KATUMBA / AFP X de 11 Publicidade 11 de 11 Um visitante tem sua temperatura verificada antes de entrar no Hospital Kyeshero — Foto: John WESSELS / AFP Surto da doença na África leva OMS a acionar nível máximo de emergência sanitária internacional Neste domingo, tinham sido confirmados 3.075 casos em cinco províncias do país, entre os quais 1.354 óbitos, segundo dados oficiais. A marca de 2.000 casos confirmados tinha sido superada em 15 de julho. O epicentro da crise está em Ituri, uma província do nordeste da RDC, fronteiriça com o Sudão do Sul e Uganda, que concentra cerca de 90% dos casos, segundo a OMS.
Mil casos em 10 dias: Surto de ebola na RDC passa de 3 mil infectados e 1,3 mil mortes
Ituri concentra cerca de 90% das infecções registradas desde o início da epidemia










