A medida integra a estratégia do governo para as eleições de novembro, quando os americanos definirão o controle do Congresso. A decisão foi tomada pela Corte de Apelações do 1º Circuito dos EUA, com sede em Boston. O tribunal rejeitou um pedido do governo para derrubar uma liminar concedida em 25 de junho a um grupo de estados governados por democratas. Agora no g1 Na ocasião, um juiz de primeira instância concluiu que trechos centrais da ordem executiva eram inconstitucionais. Com o entendimento mantido pela corte de apelação, essas regras permanecem suspensas enquanto o processo continua em análise na Justiça. Ordem executiva previa novas exigências para o voto pelo correio O texto também previa que as cédulas fossem enviadas apenas aos eleitores cadastrados nessas listas e exigia o uso de envelopes com códigos de barras individuais para rastreamento. A iniciativa faz parte da campanha do presidente por regras mais rígidas para o voto por correspondência. Desde a derrota nas eleições de 2020, Trump afirma, sem apresentar provas, que houve fraude eleitoral e defende mudanças no sistema de votação. Especialistas já avaliavam que o decreto enfrentaria contestação na Justiça, já que a organização das eleições é, tradicionalmente, responsabilidade dos estados. Apesar das críticas ao voto pelo correio, Trump utilizou esse método em uma eleição especial na Flórida na semana anterior à assinatura do decreto. Questionado, afirmou que recorreu ao sistema porque, como presidente, tinha "muitas coisas diferentes" para fazer. *Com informações da agência de notícias Reuters
Tribunal dos EUA impede Trump de aplicar ordem que dificulta voto pelo correio em 23 estados | G1
Decisão mantém liminar concedida a estados governados por democratas e impede, por enquanto, a entrada em vigor de medidas que restringiriam as regras para votação pelo correio antes das eleições de novembro.













