0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 O presidente dos EUA, Donald Trump, e o líder da China, Xi Jinping — Foto: ANDREW CABALLERO-REYNOLDS / AFP/30/10/2025 RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 24/07/2026 - 16:37 China adota resposta moderada a tarifas dos EUA, priorizando estabilidade e diálogo futuro A resposta moderada da China às novas tarifas dos EUA sinaliza um compromisso com a estabilidade nas relações bilaterais, segundo Larissa Wachholz, especialista em China. Pequim, ao evitar uma escalada de tensões, busca preservar o espaço para acordos futuros, destacando a seriedade e cautela do governo Xi Jinping. Comércio, tarifas e tecnologia são temas centrais na agenda entre Xi e Trump. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO A postura pragmática da China diante da nova tarifa imposta pelos Estados Unidos demonstra o compromisso do governo de Xi Jinping com os acordos firmados e reforça a perspectiva de uma relação mais estável entre as duas maiores economias do mundo, avalia Larissa Wachholz, sócia da Vallya Participações e coordenadora do Programa Ásia e do Grupo de Análise da China do Centro Brasileiro de Relações Internacionais (Cebri). Comércio, tarifas, investimentos e tecnologia deverão dominar a agenda do terceiro encontro entre Xi e Donald Trump neste mandato, que deve acontecer em setembro em Washington. O primeiro ocorreu em outubro do ano passado, na Coreia do Sul, à margem da Apec, e o segundo, em maio deste ano, em Pequim. Embora tenha condenado a justificativa americana para a nova tarifa — baseada na alegação de importação de produtos produzidos com trabalho forçado —, Pequim evitou uma escalada que pudesse comprometer as negociações em andamento. — Isso mostra o compromisso real da China em estabilizar a relação com os Estados Unidos. O governo chinês trata esse processo com muita seriedade e cautela. A opção de evitar responder imediatamente às tarifas ou às declarações americanas indica que Pequim pretende preservar o espaço para um acordo e reduzir as tensões que marcaram 2025. Essa postura reforça o objetivo de construir uma relação mais previsível e estável entre os dois países — afirma Larissa.