A disputa por talentos tem levado empresas a rever o pacote de benefícios oferecido aos funcionários. Segundo a pesquisa Health on Demand 2025, da Mercer Marsh Benefícios, 83% dos trabalhadores esperam que seus empregadores ofereçam benefícios alinhados às suas necessidades individuais, o que reforça a busca por políticas mais personalizadas dentro das companhias.
Diante desse movimento, iniciativas voltadas à fertilidade, à menopausa, à saúde mental e ao apoio a cuidadores começam a ganhar espaço dentro de um conceito mais amplo de bem-estar corporativo. Programas que antes se limitavam a plano de saúde e day off passam a considerar diferentes fases da vida dos trabalhadores.
O benefício oferecido pela empresa contempla planejamento familiar, preservação da fertilidade e atendimento a diferentes projetos, incluindo casais LGBTQIA+, pessoas solteiras e pacientes oncológicos que desejam preservar a fertilidade antes de tratamentos.
Para Gabriela Varisco, cofundadora da Nest Fertilidade, o movimento reflete uma mudança na forma como as empresas entendem o papel dos benefícios. “As empresas estão entendendo que as pessoas vivem diferentes fases ao longo da carreira e que cada uma delas traz desafios específicos. Quando o cuidado acompanha esses momentos, o impacto é positivo tanto para os funcionários quanto para as organizações”, afirma Varisco.









