PUBLICIDADE Empresa de investimentos ligada ao banco reduziu posição de 5,55% para 0,70%. Operação ocorre no momento em que a rede de tratamento oncológico tenta renegociar R$ 5,1 bilhões em dívidas 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Oncoclínicas — Foto: Reprodução RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 23/07/2026 - 13:18 Goldman Sachs Reduz Participação na Oncoclínicas em Meio a Crise Financeira O Goldman Sachs reduziu sua participação na Oncoclínicas de 5,55% para 0,70% em meio ao processo de recuperação extrajudicial da empresa, que enfrenta uma renegociação de R$ 5,1 bilhões em dívidas. A redução ocorreu via GLQ Broad Street, mas outro fundo do banco, Josephina I, mantém 4,845% das ações. A mudança é apenas financeira, sem impacto na gestão da oncoclínica. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO A rede de clínicas de tratamento de câncer Oncoclínicas informou, na noite desta quarta-feira, que o banco americano Goldman Sachs reduziu sua participação nas ações da companhia, que passa por processo de recuperação extrajudicial. O valor da posição, que antes era equivalente a 62,9 milhões de ações, ou 5,55% do capital da rede, passou a corresponder a 7,9 milhões de papéis, ou 0,70%. A redução, no entanto, não representa sua saída da companhia. O recuo foi na fatia da GLQ Broad Street, empresa de investimentos ligada ao banco. No entanto, outro fundo ligado ao Goldman Sachs, o Josephina I, possui diretamente 55 milhões de ações da Oncoclínicas, equivalentes a 4,845% do capital. Esses papéis foram comprados em uma operação privada divulgada em 17 de julho. Segundo o comunicado, a mudança teve finalidade apenas financeira e não busca interferir na administração ou na estrutura de controle da Oncoclínicas. O Goldman Sachs também afirmou que não possui nem pretende adquirir outros investimentos ligados às ações da companhia além dos já informados. A movimentação ocorre em meio a uma crise financeira e de governança enfrentada pela Oncoclínicas. Na semana passada, a companhia entrou com um pedido de recuperação extrajudicial para renegociar um passivo de R$ 5,1 bilhões com 795 credores. As dívidas incluídas no plano envolvem principalmente financiamentos contratados com bancos e no mercado de capitais, faturas vencidas com fornecedores de medicamentos e valores relacionados a fusões e aquisições realizadas durante o processo de expansão da empresa. Até o momento, credores que representam 37% do débito abrangido aderiram à proposta, percentual suficiente para iniciar o procedimento. A operação do banco ocorreu por meio de uma alteração em um "total return swap", contrato derivativo cujo resultado acompanha o desempenho das ações sem envolver necessariamente a compra direta dos papéis. O Goldman Sachs chegou a ter 93% da companhia antes de sua abertura de capital, em 2021, segundo informou o Valor Econômico.
Goldman Sachs reduz fatia na Oncoclínicas para 0,7% em meio a processo de recuperação extrajudicial
Empresa de investimentos ligada ao banco reduziu posição de 5,55% para 0,70%. Operação ocorre no momento em que a rede de tratamento oncológico tenta renegociar R$ 5,1 bilhões em dívidas









