Já é hora de as instituições governamentais, a sociedade civil e o setor produtivo se mobilizarem em busca de convergências e construção de entendimentos comuns Poucas questões são mais desafiadoras do que as que envolvem, em posições frequentemente antagônicas, de um lado, o setor produtivo e, de outro, comunidades tradicionais, como indígenas, quilombolas, caiçaras e pescadores artesanais. O tema é tormentoso, pois entrelaça aspectos jurídicos, sociais, ambientais, econômicos e culturais.
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