Aleksander Ceferin criticou uma série de decisões da entidade máxima do futebol, como a anulação da suspensão de Folarin Balogun após intervenção de Donald Trump 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Aleksander Ceferin (à direita), da Uefa, ao lado de Gianni Infantino, da Fifa — Foto: Reprodução/Instagram RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 20/07/2026 - 16:05 Ceferin boicota final da Copa em protesto contra decisões da Fifa Aleksander Ceferin, presidente da Uefa, boicotou a final da Copa do Mundo em protesto contra decisões da Fifa, como a anulação da suspensão de Folarin Balogun após intervenção de Donald Trump. Ceferin criticou também o prolongamento do intervalo da final devido a um show, prática que a Uefa não adotará em suas competições. A Uefa expressou preocupação com a integridade e credibilidade do futebol. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO O presidente da Uefa, Aleksander Ceferin, não compareceu à final da Copa do Mundo, no último domingo, em Nova Jersey, nos Estados Unidos. A ausência do dirigente esloveno foi uma forma de protesto contra uma série de medidas adotadas pela Fifa no Mundial. Uma delas foi a anulação da suspensão do americano Folarin Balogun após intervenção de Donald Trump. A informação é do site britânico BBC. À época, a Uefa criticou a decisão pelo presidente Gianni Infantino, classificando-a como "sem precedentes, incompreensível e injustificável". — Quando a garantia do cumprimento das regras deixa de ser assegurada por seus próprios guardiões, a integridade do jogo fica em risco e a credibilidade de uma competição é comprometida — afirmou a Uefa em comunicado. Além do caso Balogun, Ceferin, que esteve presente na abertura da Copa no México, também foi contrário à realização de um show no intervalo da final, o que ampliou a tradicional pausa de 15 minutos para 27 minutos e 22 segundos. Segundo a Uefa, esse formato, até então inédito, não será adotado na Liga dos Campeões nem na Eurocopa. Outras medidas da Fifa também foram alvo de críticas da Uefa, como a proposta de ampliar a Copa do Mundo para 64 seleções, os altos preços dos ingressos e o veto à entrada do árbitro somali Omar Artan nos Estados Unidos. Em resposta, a entidade o convidou para apitar a Supercopa da Uefa.