O movimento aqui, no entanto, é menos intenso do que o visto em outros mercados, em virtude da alta de 3% nos preços de petróleo no mercado futuro Ibovespa inicia estável em dia de mau humor global; alta da Petrobras freia perdas — Foto: Patricia Monteiro/Bloomberg A venda generalizada em ações de semicondutores e empresas ligadas à inteligência artificial contamina as bolsas pelo mundo, o que reduz o apetite por risco no Ibovespa. O movimento aqui, no entanto, é menos intenso do que o visto em outros mercados, em virtude da alta de 3% nos preços de petróleo no mercado futuro diante da continuidade da troca de ataques entre EUA e Irã, o que favorece as ações da Petrobras. Por volta das 10h35, o Ibovespa oscilava próximo à estabilidade (-0,03%), aos 173.765 pontos. No mesmo horário, o S&P 500 cedia 1,14% e o europeu Stoxx 600 tinha queda de 0,61%. Já o EWZ (principal fundo de índice de ações brasileiras negociado em Nova York) cedia 0,55%. O dia também era de perdas para outros emergentes: no mesmo horário, o ECH (Chile) perdia 0,67%; o EZA (África do Sul) tinha queda de 1,26%; e o EWW (México) cedia 0,97%. Entre as blue chips, as PN da Petrobras tinham alta de 2,66%, enquanto as ON da Vale perdiam 1,04%. Já bancos cediam em bloco, especialmente as PN do Itaú, que recuavam 0,49%. Entre as maiores quedas estão as ações do Assaí, que perdiam 1,99%, no horário acima. Analistas do J.P. Morgan cortaram o preço-alvo dos papéis de R$ 10 para R$ 9, reiterando a recomendação neutra.