A final da Copa do Mundo não escolhe o melhor time do torneio. Escolhe quem suporta o peso de escrever a última linha da história.
A Copa do Mundo é injusta. E talvez seja justamente por isso que é o maior evento esportivo do planeta.
Durante um mês inteiro, construímos certezas. Medimos posse de bola, intensidade, estatísticas, repertório tático. Elegemos favoritos, decretamos fracassos, desenhamos o roteiro perfeito. Mas tudo isso perde valor quando sobra apenas um jogo.
A final é uma traição a tudo o que aconteceu antes.
Os sete jogos anteriores servem apenas para dar o direito de disputar o oitavo. Nada mais.






