As reações no entorno de Tarcísio de Freitas (Republicanos) diante do novo tarifaço de Donald Trump variaram na manhã desta quinta-feira (16) entre recomendações para manter serenidade e calcular o impacto da medida sobre São Paulo, e queixas da falta de uma postura ativa de responsabilização de Lula (PT) pelo quadro, alinhada às respostas de Flávio Bolsonaro (PL).
O governador, que tentará a reeleição, não teve agendas oficiais nesta quinta e sua equipe ainda avaliava, no começo da tarde, se ele se manifestaria sobre o assunto — o tema exige avaliação extra, na visão de um auxiliar, pelo apoio dado a Trump em janeiro de 2025, com um vídeo do governador usando o boné do movimento Maga (sigla para façam os Estados Unidos grandes de novo, em português).
Segundo um dos auxiliares mais próximos de Tarcísio, o governador analisa o tema com integrantes das equipes das secretarias da Fazenda e de Desenvolvimento Econômico. O setor de calçados — que ficou fora da lista de isenções — seria um dos que preocupam a equipe no momento, que ainda seria de análise de cenários.
A equipe do governador já espera uma campanha dura e nacionalizada, e avalia que a vinculação do tarifaço a Flávio Bolsonaro feita pela equipe de Lula seja transportada também para Tarcísio.












