Filme traz à tona a amputação de perna após agravamento de machucado decorrente de queda em apresentação no Rio de Janeiro; Bonequinho olha 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Cena de 'A divina Sarah Bernhardt' — Foto: Divulgação RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 15/07/2026 - 15:11 "A Divina Sarah Bernhardt": Vida e Transgressão no Cinema Atual O filme "A Divina Sarah Bernhardt", dirigido por Guillaume Nicloux, destaca a atriz como uma transgressora dos padrões morais de sua época. Sarah Bernhardt mantém relações sexuais com diversos parceiros e cria seu filho fora da estrutura familiar tradicional. O longa enfatiza seu prazer e sofrimento corporal, abordando eventos como a amputação de sua perna. Com uma abordagem libertária e política, Sarah é interpretada por Sandrine Kiberlain em uma atuação marcante, que também combate o antissemitismo. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO Sarah Bernhardt (1844-1923) surge nesse filme de Guillaume Nicloux como uma transgressora de padrões morais ao manter experiências sexuais com parceiros diversos e criar o filho fora de uma estrutura familiar tradicional. Mas também é uma mulher dependente do elo amoroso com Lucien Guitry (Laurent Lafitte), ator que, em determinado instante, decide romper a ligação com ela e priorizar um vínculo conjugal estável. Manifestações de prazer e sofrimento na relação de Sarah com o próprio corpo ganham destaque. De um lado, o roteiro de Nathalie Leuthreau mostra o perfil libertário da protagonista por meio de interações com figuras variadas, em especial com Lucien e a artista Louise Abbéma (Amira Casar); de outro, revela Sarah se ferindo fisicamente e traz à tona a amputação de uma das suas pernas após agravamento da queda não amortecida numa das apresentações de “Tosca”, no Rio de Janeiro. Um acontecimento, inclusive, abordado em “Amélia” (2000), filme de Ana Carolina. Impulsiva e temperamental, Sarah se impõe na tela como uma personalidade sufocante, impressão realçada pelas imagens fechadas, algo claustrofóbicas, da fotografia de Yves Cape. Nicloux não se limita, porém, a fornecer o retrato de uma diva autocentrada. Tanto que valoriza a conscientização política de Sarah (interpretada com garra e sem medo dos excessos por Sandrine Kiberlain), que combate o antissemitismo. Não por acaso, essa personagem célebre vem rendendo filmes distintos, valendo lembrar ainda de “A incrível Sarah” (1976), de Richard Fleischer. Cotação: Bonequinho olha.
'A divina Sarah Bernhardt' mostra atriz francesa como 'transgressora e 'temperamental'
Filme traz à tona a amputação de perna após agravamento de machucado decorrente de queda em apresentação no Rio de Janeiro; Bonequinho olha








