"É tão fora de moda essa história de julgar o corpo alheio", diz Carolina Dieckmmann numa tarde fria em São Paulom quando fez questão de usar uma regata branca, atendendo a pedidos de sua assessora de que tivesse um visual diferente para aparecer neste jornal. "Ao mesmo tempo, estou tão feliz com meu corpo que isso não bate em mim, não me atravessa."

A atriz vestia um terno preto de alfaiataria com a tal regata por baixo, por dentro da calça, com um cinto grande e de fivela de metal enfeitada. Era o look da conversa com jornalistas para a divulgação do filme "Pequenas Criaturas", que venceu o Festival do Rio em 2025.

À noite, na pré-estreia, optou por um vestido curto Louis Vuitton preto com detalhes brancos, meio retrô. Mas, entre uma roupa e outra, fez selfies numa janela envidraçada de camiseta e calcinha contornada de renda e postou nas redes. Está magra, mas forte, com músculos definidos.

Depois da entrevista, acaba confessando o segredo: fez 40 dias de jejum intermitente para viver Helena, a protagonista de "Pequenas Criaturas". Comia uma refeição ao dia, à noite, e segurava a fome no resto do tempo com água com sal, para não cair a pressão.

O longa, que entra em cartaz nesta quinta, se passa em 1986 e segue Helena e seus dois filhos durante os primeiros dias da família em Brasília, para onde se mudam graças ao trabalho do marido, papel de Michel Melamed. Eles acabam de se instalar e o pai sai para uma viagem de negócios sem data certa de retorno.