Na terça-feira (14), a Espanha deu um olé na França. Tocou e tocou, de forma catedrática para fazer os jogadores fortes, rápidos e corpulentos do time francês estarem sempre dois passos atrás. A vitória só não foi mais impiedosa porque Lamine Yamal (ainda) não faz uma grande Copa e está errático no um contra um final para decidir as jogadas.

A classificação espanhola coroa o método. O tal "jogo de posição", os toques para gerar "superioridade numérica", o conceito de "se eu tenho a bola, não posso sofrer gols" é o que os espanhóis mais acreditam neste esporte. Formam jogadores desde os dez anos de idade dentro dessa filosofia. Quando o plano A dá errado, o plano B é ativado: fazer o plano A ainda melhor.

Apenas um gol sofrido em sete jogos, pouco trabalho para o goleiro Unai Simón e um controle de jogo capaz de frustrar os adversários, que passam mais tempo correndo que jogando.

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