Seleções compartilham o controle pela bola, mas atual geração joga com mais velocidade e chega à decisão por caminhos diferentes 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Rodri e Lamine Yamal, da Espanha, comemorando gol diante da Arábia Saudita, na fase de grupos da Copa do Mundo — Foto: Justin Setterfield/Getty Images/AFP RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 14/07/2026 - 20:40 Espanha 2026: Evolução Tática Rumo à Final da Copa do Mundo A seleção espanhola de 2026 chega à final da Copa do Mundo com uma evolução tática em relação ao time de 2010. Mantendo a posse de bola como pilar, agora joga com mais velocidade e diversidade, graças a talentos como Lamine Yamal e Nico Williams. Enquanto a equipe de 2010 era centrada em passes longos e controle, a atual explora mais os lados do campo. A origem dos jogadores também mudou, com menos dependência de Barcelona e Real Madrid. As duas gerações podem ser unidas por conquistas semelhantes, com a possibilidade de um segundo título mundial. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO Dezesseis anos depois, a Espanha volta a uma final de Copa com uma equipe que preserva parte da identidade de 2010, mas encontrou novas maneiras de atacar. A bola continua sendo o centro do modelo espanhol, embora ela circule hoje com mais velocidade e encontre jogadores de características diferentes. O time campeão na África do Sul era construído ao redor de um meio-campo extraordinário. Sergio Busquets, Xabi Alonso, Xavi e Iniesta controlavam os espaços, acumulavam passes e reduziam o jogo dos adversários até surgir uma oportunidade. A Espanha marcou apenas oito gols naquela Copa e venceu os quatro jogos do mata-mata por 1 a 0. A equipe de 2026 também deseja a posse, mas não depende tanto de uma longa sequência de passes pelo centro. Lamine Yamal e Nico Williams oferecem drible e aceleração pelos lados, enquanto jogadores como Dani Olmo, Pedri, Fabián Ruiz e Mikel Merino alternam funções e atacam a área. A origem dos grupos também apresenta diferenças. A seleção de 2010 reunia o núcleo do Barcelona de Pep Guardiola e nomes importantes do Real Madrid. A atual chegou ao Mundial com oito jogadores do Barcelona e nenhum do Real, mas teve contribuições espalhadas por clubes da Espanha, Inglaterra, França e Alemanha. Os campeões de 2010 já deixaram os gramados, e vários seguiram dentro do futebol. Xabi Alonso, Cesc Fàbregas e Fernando Torres iniciaram carreiras como treinadores; Xavi também passou pelos bancos de Al-Sadd e Barcelona. Iniesta, Casillas, Puyol, Piqué, David Villa e David Silva encerraram suas carreiras como jogadores, enquanto alguns passaram a atuar em projetos empresariais, institucionais ou de formação. As duas gerações poderão ser unidas pelo mesmo resultado. A seleção de Xavi e Iniesta terminou com a única taça mundial da Espanha. A de Lamine e Rodri chega à final com a oportunidade de confirmar que o título de 2010 deixou de ser uma exceção na história do país.
De Xavi e Iniesta a Rodri e Lamine Yamal: o que mudou entre as Espanhas finalistas de 2010 e 2026
Seleções compartilham o controle pela bola, mas atual geração joga com mais velocidade e chega à decisão por caminhos diferentes






