Contra o Japão, o Brasil mostrou que não está pronto. Assim como a Alemanha, eliminada mais uma vez antes das oitavas de final, não estava.
Portugal e Espanha, pelo que jogaram na primeira fase, idem. A Inglaterra sofre com defesas fechadas. Marrocos jogou bem contra a Holanda, mas passou 65 minutos sem finalizar contra o Brasil, só fez um gol na Escócia e sofreu dois do Haiti. Se formos ver bem, ninguém está pronto. Exceto a França e, talvez, a Argentina, de quem ainda desconfio.
A Copa está mostrando um ou dois claros favoritos. Os franceses vêm de duas finais consecutivas, mas com críticas por não explorarem todo o poderio individual de seus jogadores. Na Euro 2024, fizeram só quatro gols em seis jogos. Agora o jogo mudou.
Foram 14 em quatro partidas. Um time superveloz, com Mbappé como ponta final, Dembélé com capacidade de finalizar igualmente bem com os dois pés, Barcola aproveitando os espaços para correr como poucos. E tem Olise. Alguém que às vezes parece não entender essa alta rotação dos atacantes e joga no seu próprio tempo. Ele dá pausa, tranquilidade e cabeça fria aos pés acelerados de seus companheiros. Já foram cinco assistências e mais de uma dezena de lances objetivos e bonitos, que fazem o time ser preciso e agradável de ver.













