A seleção brasileira está evoluindo. Fez uma partida ruim na estreia contra Marrocos, mas ainda assim conseguiu um empate e encontrou algum equilíbrio na segunda etapa. Contra o Haiti foi bem, e fez uma partida bastante boa contra a Escócia.
A vitória por 3 a 0, que garantiu a classificação em primeiro lugar no grupo, mostrou qualidades. O técnico Carlo Ancelotti acertou a escalação e manteve o desenho tático chamado de "4-4-2 diamante" ou um 4-3-3 com um losango no meio. Casemiro na ponta de baixo, Matheus Cunha na ponta de cima, Paquetá pela esquerda e Bruno Guimarães pela direita. E os extremos partindo de fora para dentro.
Temos uma zaga formada por um campeão e um vice da Champions, Marquinhos e Gabriel Magalhães. E os laterais mostraram que também podem cumprir funções ofensivas.
A grande estrela da companhia é Vini Jr., que há pouco era vítima do espírito vira-latista que ainda persiste em áreas da crônica.
"Ah, mas ele não joga o mesmo na seleção", ruminavam nas mesas redondas e esquinas da internet. Repetia-se o velho comentário que já havia sido usado contra Messi e também contra Rivaldo em 2002. E o então craque do Barcelona quase recusou sua convocação para o Mundial em que foi importantíssimo para a conquista do penta.












