Os parlamentares rejeitaram a proposta do partido da primeira-ministra Giorgia Meloni, o Irmãos da Itália, que introduziria um sistema proporcional, com uma bonificação de assentos para a coalizão vencedora O Parlamento da Itália rejeitou um ponto central da proposta de reforma da lei eleitoral que havia sido submetida pelo partido da primeira-ministra Giorgia Meloni, em um revés para a líder antes das eleições gerais previstas para 2027. A Câmara baixa do Parlamento italiano está debatendo uma reforma eleitoral que introduziria um sistema totalmente proporcional, com uma bonificação de assentos para a coalizão vencedora. Em votação secreta, os parlamentares rejeitaram proposta do partido de Meloni, o Irmãos da Itália, para reintroduzir votos preferenciais em listas de candidatos. Os principais parceiros de coalizão de Meloni, a Liga e Força Itália, disseram que apoiariam a iniciativa, que acabou rejeitada por apenas um voto — 188 a 187 —, indicando deserções na base parlamentar do governo. A oposição de centro-esquerda acusou a primeira-ministra de tentar mudar as regras eleitorais antes do pleito do próximo ano, para permanecer no poder. Grupos de oposição comemoraram a derrota de Meloni, que mostraria que ela não tem mais controle pleno da maioria no Parlamento. Parte da oposição pediu a renúncia da primeira-ministra. A primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, — Foto: REUTERS/Remo Casilli/Foto de Arquivo
Meloni sofre derrota no Parlamento em reforma de lei eleitoral
Os parlamentares rejeitaram a proposta do partido da primeira-ministra Giorgia Meloni, o Irmãos da Itália, que introduziria um sistema proporcional, com uma bonificação de assentos para a coalizão vencedora










