Consumidores na África estão comprando online de grandes marcas como Amazon e Walmart, mesmo que elas não tenham presença física em grande parte do continente. Entre os que se beneficiam com a prática, estão empresas que usam tecnologia e a crescente entrada de internet no local para fazer a distribuição de produtos.
Intermediários locais e estrangeiros superam questões estruturais dos países africanos, incluindo, em alguns casos, a falta de endereços formais e clientes sem acesso a bancos tradicionais.
Uma delas é a startup senegalesa Afrety, que fornece aos consumidores endereços de entrega em armazéns na França, Estados Unidos e China. Eles concluem as compras para cada cliente, reembalam e enviam à África Ocidental.
Na chegada, os impostos de importação são pagos, beneficiando os governos locais, e os consumidores recebem os pacotes na porta de casa.
Clientes sem cartões bancários podem pagar por contas digitais de dinheiro móvel que podem ser carregadas com dinheiro em quiosques. O dinheiro móvel é amplamente utilizado no Senegal, assim como em outras partes da África, em vez do sistema bancário convencional.









