O Tribunal Superior Eleitoral discutiu, na manhã desta terça-feira 14, a criação de um selo de qualidade – chamado de “acurácia” – destinado a empresas de pesquisa eleitoral. Trata-se, por ora, de uma proposta que ainda pode passar por mudanças e será submetida a votação.
A reunião contou com a presença de representantes de 16 institutos de pesquisa, do vice-procurador-geral Eleitoral Alexandre Espinosa e dos ministros do TSE Estela Aranha, Floriano Peixoto, Antonio Carlos Ferreira e Kassio Nunes Marques, presidente da Corte.
O documento prevê que o selo seria oferecido às empresas que apresentarem resultados mais precisos diante dos números nas urnas.
Representantes de Datafolha, Quaest, Ipec, Ipespe e MDA se manifestaram contra a metodologia da premiação por entenderem que as pesquisas são um espelho do momento e que o resultado a longo prazo é imprevisível.
Outros 11 institutos concordaram com a sugestão. O TSE receberá até a sexta-feira 17 novas sugestões de alteração da minuta. As empresas também deverão enviar explicações sobre como ocorre na prática a produção de uma pesquisa.











