O chefe da diplomacia dos Estados Unidos, Marco Rubio, anunciou nesta segunda-feira (13) uma escalada da ofensiva do governo Donald Trump contra o Tribunal Penal Internacional (TPI). Em um vídeo publicado nas redes sociais, o secretário de Estado disse que a corte representa "uma ameaça intolerável à soberania americana" e prometeu ampliar as sanções contra seus integrantes.
Criado em 2002 e sediado em Haia, na Holanda, o TPI pode processar indivíduos por crimes de guerra, crimes contra a humanidade e genocídio. Trump vem pressionando a corte por sua atuação contra líderes de Israel e por decisões anteriores que determinaram a investigação sobre autoridades americanas.
"O TPI e seus aliados estão travando uma guerra contra o nosso país, não com balas ou mísseis, mas com estatutos, pactos e a força do que eles chamam de direito internacional", afirmou o secretário de Estado dos EUA no vídeo.
"O perigo representado por esse tribunal internacional só aumentou. Hoje, ele ameaça todos os aspectos do nosso sistema político e jurídico", diz ainda. Os EUA não são signatários do Estatuto de Roma, o tratado internacional que estabeleceu o TPI. China, Israel e a Rússia também não são signatários.











