Nota afirma que o ex-presidente da Câmara não subscreveu as indicações investigadas e que os R$ 6,15 milhões correspondem ao valor global das emendas, e não a recursos recebidos por ele 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 0 ex-presidente da Câmara dos Deputados e deputado cassado Eduardo Cunha (PRD-SP) durante a posse da nova legislatura da Casa em fevereiro de 2023 — Foto: Cristiano Mariz/O Globo RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 12/07/2026 - 16:04 Defesa de Cunha contesta bloqueio de R$ 6,15 milhões pelo STF A defesa do ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha, contestará a decisão do ministro do STF, Flávio Dino, que bloqueou até R$ 6,15 milhões de seus bens em investigação sobre emendas parlamentares. Cunha nega ter exercido "mandato clandestino" e alega não ter participado formalmente das emendas investigadas. A defesa afirma que o valor bloqueado corresponde ao total das emendas e não a recursos recebidos por ele. Cunha desconhece irregularidades e busca acesso total aos autos para contestar as ações. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO A defesa do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha afirmou neste domingo que vai contestar a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino que determinou o bloqueio de até R$ 6,15 milhões em seus bens no âmbito da investigação sobre suposto direcionamento irregular de emendas parlamentares. Em nota, a defesa negou que Cunha tenha exercido um "mandato clandestino", afirmou que ele não participou formalmente da apresentação das emendas investigadas e disse que buscará acesso integral aos autos para contestar as medidas. “Eduardo Cunha sempre pautou sua vida pública pelo compromisso ético e probidade, respeitando as normas legais, inclusive, enquanto exerceu seu mandato parlamentar. Deste modo, a defesa rejeita a tentativa de equiparar automaticamente a legítima interlocução política ao exercício clandestino de mandato parlamentar”, diz a nota. Segundo a defesa, Cunha tomou conhecimento da decisão pela imprensa e, antes da decretação do bloqueio patrimonial. A nota afirma que, por não exercer mandato parlamentar, Cunha "não apresentou, subscreveu ou formalizou nenhuma das emendas" mencionadas. De acordo com a defesa, as indicações foram oficialmente apresentadas por parlamentares, bancadas ou órgãos legitimados, "únicos que possuem competência sobre o processo orçamentário". Os advogados também afirmam que rejeitam "a tentativa de equiparar automaticamente a legítima interlocução política ao exercício clandestino de mandato parlamentar". A defesa sustenta ainda que o valor de R$ 6,15 milhões corresponde ao montante global das emendas questionadas, destinadas a municípios ou outros beneficiários públicos, e afirma que "nem mesmo a decisão imputa recebimento de qualquer vantagem a Eduardo Cunha". A nota acrescenta que Cunha "desconhece qualquer irregularidade na tramitação das emendas" e ressalta que a Procuradoria-Geral da República (PGR) considerou prematuro o bloqueio de suas contas. “Cabe ressaltar que a própria PGR considerou prematuro o bloqueio das contas de Eduardo Cunha. A defesa buscará acesso integral à investigação a fim de conhecer o contexto completo dos fatos, exercer o contraditório e impugnar as medidas decretadas.”
Cunha rejeita exercer mandato 'clandestino' para enviar emendas e diz que questionará decisão de Dino que bloqueou seus bens
Nota afirma que o ex-presidente da Câmara não subscreveu as indicações investigadas e que os R$ 6,15 milhões correspondem ao valor global das emendas, e não a recursos recebidos por ele















