"É ter jogadores bons, jogadores muito bons", afirmou Didier Deschamps, questionado sobre o segredo para alcançar três semifinais consecutivas de Copa do Mundo. "Sei bem que um treinador e seu estafe só têm sucesso por causa dos jogadores", acrescentou o comandante da França, antes de permitir a si mesmo um sorriso: "Mas talvez eu não seja tão ruim no que faço".
Talvez não seja mesmo.
Deschamps, 57, tentará nos próximos dias tornar-se o primeiro homem a trabalhar como técnico em três decisões do Mundial. Campeão em 2018 e vice em 2022, conta novamente com jogadores bons, jogadores muito bons, e vai mostrando um repertório diferente do utilizado nas duas experiências anteriores.
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